Como expresso em outra página, o movimento "A UFVJM é Nossa!" em Capelinha começa bem antes do anúncio presidencial de instalação de Campi da UFVJM em cidades fora território Jequitinhonhense. Em Capelinha, ele se inicia a partir da formação do Grupo de Mulheres Mobilizadas pela Educação Superior Pública, em Novembro de 2010.Entretanto, o que fora um pequeno grupo social de uma cidade lutando com as armas da comunicação institucional raramente eficientes(exceções de sempre,nossos representantes não tem por hábito responder correspondência de seus representados, embora tenhamos resposta da Presidente Dilma e MEC) veio a se tornar um movimento social expressivo na cidade porque diferentes grupos sociais se juntaram ao grupo inicial.
O movimento "A UFVJM é Nossa!" em Capelinha vai se assim se configurar a partir do dia 07/10/2011, por ocasião em que o CONSU se declara favorável à inclusão de 3 campi Jequitinhonha adentro. Na semana seguinte, lideranças políticas, sindicais, o grupo de mulheres da pesquisa e cidadãs/cidadãos comprometidas/os com o bem comum formaram uma frente de luta caracterizada pela diversidade: o movimento em Capelinha é suprapartidário, ecumênico, congrega diferentes classes sociais, geracionais, etc. A dinâmica do movimento se pautou pela organização de comissões cuja formação obedecia o principio de elevar a objetivo do movimento acima das diferenças pessoais, partidárias, qual caberia subsidiar a atuação das demais comissões ali criadas.Quais sejam: a) comissão de mobilização e divulgação cujo papel era divulgar a causa e coletar assinaturas de concordantes para envio ao CONSU e MEC e promover o Dia E de Educaçao; b) Comissão de articulação política, encarregada de estabelecer contatos com as autoridades politicas importantes para o alcance do objetivo previsto buscar a necessária adesão à nossa causa “A UFVJM em Capelinha” junto às lideranças políticas da cidade e região. Suas ações se encaminham no sentido de buscar apoio nas cidades vizinhas e potencialmente beneficiadas pelo campus UFVJM em Capelinha; pressionar nossos representantes em Brasília para que intermedeiem e consigam para Capelinha o pólo que atenderá os anseios da região por ensino superior. Participação em fóruns inter-regionais, estaduais e nacionais que tratem de políticas públicas de educação e outras de modo a divulgar e defender nossa causa, buscando apoio para a mesma; Analisar o quadro político brasileiro e suas forcas hegemônicas atuais de modo a identificar parcerias estratégicas no interior do poder executivo federal afetos à política pública de educação superior. (Ministérios responsáveis pela aprovação e implementação do PPA 2012-2015 tais como UFVJM/CONSU, MEC/SESU, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Planejamento, Casa Civil,etc) e analisar o quadro político brasileiro e suas forcas hegemônicas atuais de modo a identificar parcerias estratégicas no interior do poder executivo federal afetos à política pública de educação superior.(ministérios responsáveis pela aprovação e implementação do PPA 2012-2015 tais como UFVJM/CONSU, MEC, SESU, Ministério da Ciência e Tecnologia ,Ministério do Planejamento, Casa Civil,etc. Finalmente ,criou-se a Comissão de articulação técnica : com a atribuição de elaborar estudos técnicos /pesquisas sobre a temática e seus requisitos de modo a atender as exigências do MEC/SESU. Foi combinado que todas as comissões devem-se reportar a coordenação geral de modo a facilitar a integração intergrupal e ação coletiva imprescindível numa causa desta natureza. A causa é suprapartidária, ecumênica, de todas as cores e de todos aqueles de boa vontade. Frise-se que a Prefeitura Municipal entendeu ser adequado contratar assessoria para coordenar este trabalho de natureza mais técnica (pesquisas/estudos técnicos e elaboração de projetos).
O movimento "A UFVJM é Nossa!" em Capelinha vai se assim se configurar a partir do dia 07/10/2011, por ocasião em que o CONSU se declara favorável à inclusão de 3 campi Jequitinhonha adentro. Na semana seguinte, lideranças políticas, sindicais, o grupo de mulheres da pesquisa e cidadãs/cidadãos comprometidas/os com o bem comum formaram uma frente de luta caracterizada pela diversidade: o movimento em Capelinha é suprapartidário, ecumênico, congrega diferentes classes sociais, geracionais, etc. A dinâmica do movimento se pautou pela organização de comissões cuja formação obedecia o principio de elevar a objetivo do movimento acima das diferenças pessoais, partidárias, qual caberia subsidiar a atuação das demais comissões ali criadas.Quais sejam: a) comissão de mobilização e divulgação cujo papel era divulgar a causa e coletar assinaturas de concordantes para envio ao CONSU e MEC e promover o Dia E de Educaçao; b) Comissão de articulação política, encarregada de estabelecer contatos com as autoridades politicas importantes para o alcance do objetivo previsto buscar a necessária adesão à nossa causa “A UFVJM em Capelinha” junto às lideranças políticas da cidade e região. Suas ações se encaminham no sentido de buscar apoio nas cidades vizinhas e potencialmente beneficiadas pelo campus UFVJM em Capelinha; pressionar nossos representantes em Brasília para que intermedeiem e consigam para Capelinha o pólo que atenderá os anseios da região por ensino superior. Participação em fóruns inter-regionais, estaduais e nacionais que tratem de políticas públicas de educação e outras de modo a divulgar e defender nossa causa, buscando apoio para a mesma; Analisar o quadro político brasileiro e suas forcas hegemônicas atuais de modo a identificar parcerias estratégicas no interior do poder executivo federal afetos à política pública de educação superior. (Ministérios responsáveis pela aprovação e implementação do PPA 2012-2015 tais como UFVJM/CONSU, MEC/SESU,
Sob qualquer perspectiva que se analise ,um movimento social surge a partir de realidades que excluem grupos sociais na distribuição da bens sociais produzidos coletivamente.Assim, para Alan Touraine, os movimentos sociais buscam controlar a ação histórica que sempre se processa conflituosamente entre agentes das classes sociais opostas. Em direção similar encontra-se Manuel Castells, para quem movimentos sociais são sistemas de práticas sociais contraditórias de acordo com a ordem social urbana/rural, cuja natureza é a de transformar a estrutura do sistema, seja através de ações revolucionárias ou não, numa correlação classista e em última instância, o poder estatal (In:.http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_social). Assim, vê-se que o movimento social nasce dos setores excluídos, sendo algo externo à esfera estatal, embora caiba a este ultimo mediar ou responder às demandas do primeiro. Se movimento social possui tais características, ele se distingue do aparato de estado e com ele nao se mistura, o que nao significa que nao deva negociar ou atuar juntos quando as circunstancias assim o exigir,como ocorreu em Capelinha.
Como mencionado , o Movimento A UFVJM é Nossa! em Capelinha agregou diferentes instituições da sociedade civil, órgãos públicos,empresas privadas as quais trabalham em conjunto pelo campus da UFVJM na cidade. No primeiro momento, o nomes que levantaram a bandeira de luta do "Movimento A UFVJM é Nossa" foram:
Maria do Rosário Sampaio(Zara Sampaio)
Maria da Graças Alves Pires
Joao Ivandro Sampaio(Coordenador/relator da primeira reunião)
Sonia Aparecida Sampaio Araujo
Maria Marta Sampaio Santos
Maria Carmélia Sampaio
Cesar Emanuel Sampaio Damas
Rocilene Pinheiro Gandra Neves ..
Helio Silva de Souza
Janer Moreira Lopes
Maria Eunice Gomes Ribeiro
Neusa Martins
Maria Pereira da Silva
Maria do Carmo Soares Carvalho
Vicencia Luiz Magalhães
Elza Aparecida Sampaio
Terezino Cordeiro de Azevedo( Sindicato )
Vicente Cordeiro de Souza( Sindicato)
Carlos Henrique de Souza( Sindicato)
Tadeu Filipe Fernandes de Abreu
João Ivandro Sampaio
Jaílson Pereira
Maria de Fátima Pinheiro dos Santos Pimenta
Josiel Gomes dos Santos
Fabiana Alexandra Chagas
Ana Castro Geovaninni
Maria Geralda Alves Lima (ACIAC)
Vicentina de Fátima Vieira
Valnete Camargos Lopes
Expedito Peçanha de Oliveira (Sindicato)
Luis Carlos Cordeiro
Gustavo Campos Timóteo
Vinícius Sampaio Santos
Preta Vieira
Outros importantes atores sociais foram se agregando no decorrer do processo, caso do própria Prefeitura e alguns vereadores cuja contribuição tornou-se fundamental para que a luta pelo campus alcançasse sua dimensão regional: frise o empenho destes na busca de apoio de prefeitos e de câmaras de vereadores de cidades circunvizinhas.
Prefeitura Municipal
Pedro Vieira
Maria da Conceição Vieira
Weliton Vitor
Jose Carlos Machado
Consultor : Albano Silveira
Câmara
Vereador Wilson Carlos Gomes
Vereador Cleuber Luiz
Vereador Laerte Ferreira dos Santos
Vereadora Flávia Fernandes
Vereador José Maria (Zezinho da Vitalina)
Vereador Gedalvo Fernandes
Empresas que apoiam o movimento:
RADIO ARANAS FM
APERAN
BANCO DO BRASIL
SUPERSAFRA
O BARATEIRO
Viveiro SANTA ISABEL,
VERDURA & COMPANHIA,
AUTONOMIA BOUTIQUE
FARMÁCIA SÃO GERALDO
MULTIDEIAS
Revista VANGUARDA
Jornal A CIDADE
ACIAC
Merece destaque a realização do E de Educação (25/11/2011) cujo sucesso se deve ao trabalho conjunto de muitos Capelinhenses - jovens e adultos,homens e mulheres - que compartilham o mesmo objetivo de lutar até a obtenção de campus da UFVJM em Capelinha.As fotos anexas ilustram mais que qualquer texto.