segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O convite público para a luta em Capelinha - dia 21 de março 2011


Reunião realizada no dia 14 de Março de 2011

Relatorio Maria do Rosario Sampaio

Pauta

Abertura dos trabalhos pelo Sr. Roque Caetano de Oliveira, Presidente da Associação Comunitária Rural de Ponte Nova e do Conselho das Associações Comunitárias Rurais de Capelinha.

Relatório de Ações da EMATER em 2011 –  O Engenheiro Agrônomo Carlos Henrique apresentou a missão, objetivos, programas, ações e atribuições do escritório da EMATER Local quando foram expostos  os resultados da implementação das  políticas públicas dirigidas ao produtores rurais destacando-se aquelas voltadas para a agricultura familiar. Exemplificou o funcionamento dos programas, ressaltando-se o  programa Minas Sem Fome, no qual se incluem as padarias comunitárias, as cooperativas de apicultura; o PCPR (Programa de Combate à Pobreza Rural) financiado pelo Banco Mundial e que se efetiva seja pelo  fomento à diversificação da produção  e incentiva a busca de  alternativas para  agregar valor ao produto (unidades de processamento de alimentos, mecanização rural, abastecimento de água, etc).

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 Foto plenária 


Exposição do Engenheiro Agrônomo  Cayle Jose Martins, gerente da Emater Regional  que relatou as  ações da EMATER, a história, a sua  consolidação como empresa de extensão rural, suas perspectivas e  desafios. A exposição de Nágila Pimenta, coordenadora de ação social, também se firmou nos  avanços dos últimos anos e as oportunidades conquistadas pelos agricultores em geral e pela agricultura familiar, em geral. Em seguida, o Sr. Haroldo Giovanini relatou suas ações  frente à  Secretaria Municipal de Agricultura, quando  expôs a sua  carta de intenções afirmando seu compromisso com a ética na política e assegurando o atendimento a todos as solicitações dos Conselhos Comunitários. Também frisou sua intenção de  implementar uma gestão transparente e isenta. Segundo o secretário, a sua  atuação vai se dar sem perseguição política.
Pelo menos seis participantes revelaram as suas necessidades ao secretário, dentre eles 4 mulheres que insistiram na necessidade de manutenção das estradas que ligam suas comunidades a sede do município. Outro depoimento que merece destaque foi o do Sr. João Alves Macedo, do Povoado Gama, que avaliou a assistência à saúde em Capelinha e, numa  retrospectiva histórica, afirmou que  a assistência à saúde de 20 anos atrás supera a qualidade da existente nos dias atuais. O Sr. João Alves Macedo finalizou seu depoimento conclamando os/as presidentes de Associações – como pessoas  jurídica que são – a se organizarem na luta pela melhoria da assistência à saúde em Capelinha.

Na seqüência, o Sr Pedro Coelho fez uso da palavra anunciando que falaria sobre o programa de habitação social rural em outra ocasião, não indicando a próxima data  para anunciar seu tema.

Por último, foi concedido  tempo a Maria do Rosário Sampaio, doutoranda PPGSS – UERJ, oportunidade em que esta explicou a temática e  sujeitos de sua pesquisa na zona rural e urbana de  Capelinha, cuja pretensão é estudar as formas de organização das "mulheres guerreiras do Alto Jequitinhonha", seus meios de produção da vida e suas formas de resistência face ao poder instituído. Esta anunciou a criação do grupo "Mobilização das Mulheres Pela Educação" com o propósito de lutar pela dotação do ensino superior público e gratuito em Capelinha nos moldes do que ocorre nas microrregiões de Araçuaí, Salinas, Almenara e Diamantina. Explicou que as mulheres do grupo já estão  coletando assinaturas de pessoas favoráveis a reivindicação, as quais, findo o processo de coleta de assinaturas, encaminharão documento à Presidenta Dilma Roussef, ao Ministério da  Educação, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e ao Instituto Federal de Tecnologia do Norte de Minas Gerais.

A reunião foi encerrada com agradecimentos e convite para um lanche.

















sexta-feira, 29 de junho de 2012


Expansão e Consolidação da UFVJM no Vale do Jequitinhonha
De: Movimento “A UFVJM É NOSSA”
Para: Conselho Universitário da UFVJM
Assunto: Propostas ao CONSU


      O Movimento “Ä UFVJM é nossa!” reafirma a sua adesão aos princípios que norteiam as universidades públicas no momento em que estas ainda vivenciam o seu complexo processo de reformulação.Tais princípios asseveram que as universidades públicas manterão a sua  autonomia institucional destacando que esta se fará acompanhar pelo compromisso social.Anseiam a ética e a pluralidade;reafirmam a gratuidade do ensino público.Seus horizontes buscam a qualidade acadêmica ambientada numa gestão democrática e transparente,além de prezar pela indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.Por fim ,mas não menos importante , pretendem uma articulação com a sociedade .Entretanto,o que são princípios senão uma carta de intenções? E, como tal, sua prática efetiva dependerá de subjetividades implicadas nas relações sociais e políticas. São estes princípios, elencados pela própria universidade, que norteiam as propostas dos integrantes movimento      “A UFVJM é nossa!”,os quais ,na condição de sujeitos políticos ,apresentam-nas ao CONSU.

1 Articulação com a sociedade :como instituição de imenso potencial de influência social e política,campo fértil aos desejos de interferências políticas partidárias ,a universidade brasileira ao longo de sua história empreendeu dura luta para conquistar sua autonomia.Tal autonomia não se limitou apenas á questão orçamentária ,mas,objetivou se manter distante dos interesses políticos menores.Entretanto,autonomia universitária não se confunde com a negação de sua condição de ente público e,sendo assim, ela deve buscar meios efetivos de interação com a sociedade à qual deve bem servir.Neste sentido,propõem se que os canais de comunicação entre UFVJM e Jequitinhonhenses sejam ampliados,o que atualmente é perfeitamente possível dado o avanço tecnológico nesta área .Nesta mesma ótica ,propõe-se ainda a ampliação de assentos no CONSU para a comunidade externa de modo a contemplar representação das três microrregiões do Jequitinhonha (Alto,Médio e Baixo).A defesa desta proposta se fundamenta no crença  de que uma gestão democrática e transparente de uma instituição pública deve se pautar pelo acolhimento de sua comunidade na condução do seu destino..

2 Os princípios acima arrolados anunciam a intenção do compromisso social.Tratando-se do Vale do Jequitinhonha,a aplicação deste princípio se torna tão necessário quanto urgente.Afinal,segundo Ralfo Mattos(2009) residem 730 809 mil habitantes no Vale ,os quais se encontram distribuídos em seus 79.000 km quadrados.Deste modo,os Jequitinhonheses são muitos embora dispersos em suas três microrregiões geográficas,o que não impede que sejam realizadas constantes trocas sociais entre as mesmas.Umas dependem das outras,uma circunstância que motiva a proposta seguinte: instalação de mais 3 pólos da UFVJM para atendimento dos Jequitinhonhenses que,ressalte-se, são também brasileiros.

O Médio Jequitinhonha, com seus 18.509,30 Km² e 19 municípios e 287.396 habitantes (www.mda.gov.br) por ser o mais populoso, distante da sede da Universidade e de quaisquer outras, acumula entraves ao seu desenvolvimento, sofrendo históricas perdas populacionais. Trata-se de uma sub-região de baixo crescimento econômico, aridez climática e terras inférteis, fatores que dificultam o seu crescimento econômico, exigindo que este seja induzido por investimentos estatais compatíveis ä sua realidades social e geomorfológica,mas,sobretudo,empreendimentos de natureza sustentável.Neste sentido,um pólo universitário fará toda diferença.Por estas razões, o Médio Jequitinhonha requer atendimento do MEC em caráter de urgência.

O Alto Jequitinhonha agrega o maior número de cidades – 20- e possui uma população de 270.516 distribuídos numa área de 19.578,30 Km². Possui as cidades mais populosas. Entretanto, a longa distância as separam de Diamantina faz com que estas se apóiem nas cidades mais próximas, criando pólos microrregionais,situação das cidades de Capelinha e Minas Novas ,ambas sediadas em torno de 250-300 kms de distância de Diamantina,Montes Claros ou Araçuaí .Além disso,as cidades do Vale do Mucuri também realizam trocas sociais e comerciais constantemente com o Alto Jequitinhonha,caso por exemplo,de Água Boa, Santa Maria do Suacui ,Malacacheta,etc.Um pólo universitário nesta sub-região atenderia, por certo,as populações circunvizinhas que conformam o Mucuri ,as quais apresentam quadro social similar ao que se verifica no Jequitinhonha.No que tange ao Baixo Jequitinhonha registra-se que este possui uma área de 15.504,40 Km² compondo-se por 16 municípios nos quais habitam 179.711 habitantes. Para Mattos (2009), esta sub-região é economicamente a mais “deprimida”, com perdas populacionais muito importantes. Assim, um pólo universitário no Baixo Jequitinhonha, alem de dinamizar a sua economia, poderia ainda atender municipios do Jequitinhonha baiano e capixaba.

Na solicitação por 3 pólos,leva-se em conta ainda a prioridade governamental de ampliar o acesso dos brasileiros à educação superior dado que,segundo o INEP :”nosso sistema de ensino superior é pouco acessível, pois apenas 9% da população com idade entre 18 e 24 anos freqüenta algum curso superior e (2) há um crescimento exponencial do ensino médio – é a de que existe um grande número de vagas ociosas nas instituições privadas de ensino superior, uma ociosidade da ordem de 37,5% .(censo do INEP (2002).Parte dos potenciais alunos ainda sem acesso à educação superior vivem no Vale do Jequitinhonha,uma circunstância que requer intervenção do Estado na supressão da inacessibilidade á educação superior,um bem humano e direito de todos os brasileiros.Alem disso,ressalte-se,o quadro em análise refere-se a filhos de famílias que se encontram inviabilizadas de manterem filhos estudando seja em Belo Horizonte,Diamantina ou Teófilo Otoni .A possibilidade de pólo universitário próximo da cidade em que vive sua família reduz custos para a família e Estado.

3 Ainda no âmbito do princípio relativo ao compromisso social adotado pela universidade publica brasileira há que se realçar sua habilidade para tratar as dificuldades financeiras enfrentadas por famílias despossuídas que mantêm filhos estudando em cidades que não as de origem e /ou distantes delas. Desta forma, a assistência estudantil se torna um condicionante de peso no alcance de outro importante princípio que é o da qualidade de ensino. Se se refere ao Vale do Jequitinhonha, este compromisso se faz indispensável. Assim, a proposta é que UFVJM,quando for o caso, envide seus melhores esforços para assegurar o atendimento das necessidades mínimas, tais como moradia e restaurante universitário. Deve-se garantir essas demandas em qualquer projeto de expansão de um IFES, posto que estas versam sobre prioridades humanas (moradia e alimentação).Nem por isso, a assistência estudantil deve se ater pura e simplesmente a elas e,portanto,necessário se faz que ,a partir delas,novas medidas sejam escalonadas de modo a aperfeiçoar o atendimento discente .


4 O Vale do Jequitinhonha e adjacências é uma região singular em vários aspectos, conforme consta em documento produzido para analise do CONSU. Embora singular,ele é ,ao mesmo tempo,plural porque já não mais possível ignorar as conseqüências sociais e cobranças de um mundo globalizado.Assim,a realidade local deverá fundamentar a concepção dos projetos pedagógicos que ofertem cursos que atendam as necessidades dos grupos sociais do Jequitinhonha.Entretanto,que a realidade e “vocação “ locais não pesem mais do que as exigências de uma formação de cidadãos /cidadãs – ou do ser social no sentido lukacsiano do termo, sujeitos sociais portadores da capacidade de elaborar projetos que contribuam para um Brasil e Jequitinhonha mais justo.Por outro lado,o mundo produtivo que a tudo penetra- e a universidade não lhe ficou imune – e considerando a particularidade da região ,a escolha se cursos a serem ofertados  deverá ser objeto de reflexão e adequação ao ambiente.Assim,cursos das áreas de ciências exatas serão bem vindos,assim como das ciências humanas, sociais , ciências da saúde ,bem como àqueles vinculados á telemática e ciências da informação.O propósito em sugerir a diversidade de campos disciplinares norteia-se pela imperiosa necessidade de  autonomia almejada pelo Vale que ao formar profissionais das mais diversas áreas em seu solo poder-se-á assegurar respostas positivas ás demandas dos setores produtivos ,tecnológicos e de serviços acusadas pela região em debate.

Por oportuno,o grupo registra que acompanha os projetos de educação a distância(EAD) dirigidos ao Vale do Jequitinhonha.A esse respeito guardam-se receios quanto á viabilidade do sistema na região  por entender que, para que esta modalidade de ensino seja efetiva,além de rigor disciplinar,exige-se que haja acesso ao aparato e recursos tecnológicos modernos que a EAD exige. Como se sabe, no Brasil continental, muitos são os excluídos do universo digital. O Vale do Jequitinhonha, integrante do Brasil profundo ,ainda caminha a passos lentos para se inserir satisfatoriamente nesta esfera.Enquanto o Estado brasileiro não for suficientemente capaz de incluir contingentes expressivos no mundo digital,a EAD será ,mais uma vez,ineficaz quanto aos fins pretendidos: educação de qualidade acessível a todos.


 5 As expectativas em torno do pressuposto referido ä  indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão são as melhores posto que nele se depreende a intencao de romper com paradigmas com tayloristas que ,caro o mundo produtivo,apresenta como graves conseqüências a desintegração do trabalho coletivo,este,por sua vez, trona-se absolutamente necessário ao mundo acadêmico.Afinal,pesquisa-ensino-extensao são processos interdependentes,seccioná-los lhes retira toda a potencialidade de sua essência.Compreende-se que este tripé reafirma o compromisso social assumido pela universidade pública ,uma vez que enquanto fundamento metodológico na construção do conhecimento,a tríade estabelecida deve ter como principal compromisso desenvolver um ensino dinâmico, que acompanhe as transformações na área do conhecimento e mantenha permanente diálogo com a sociedade,tornando produtiva a integração que se pretende.Nesse trinômio,tanto a pesquisa,como ensino e extensão devem se constituir como principal função dos professorese agentes envolvidos no processo educativo .Alem disso,juntos,pesquisa-ensino-extensáo constituem elos fundamentais entre academia e sociedade, além de dar retorno à sociedade do investimento aplicado à sua construção e manutenção (PROUVOT, 2006). Reafirma, ainda, que a pesquisa não é aquela produzida somente em laboratórios ou bibliotecas, mas também no diálogo e embate diário com a comunidade.Deste modo,a proposta do movimento é que as ações de extensão sejam dirigidas äs cidades do Vale do Jequitinhonha como um todo,cujos temas sejam amplos e capazes de realizar mudanças sociais das quais o Vale tanto necessita.Ainda sob este prisma ,sugere-se que haja estágios dos alunos no próprio território do Vale ,de modo que a universidade incentive  seus alunos a intervir positivamente sobre a grave questão social apresentada pela região .

6 Por décadas a fio,o Ministério da Educação atuou sob o signo da indiferença quanto ao reconhecimento da divida social do processo de formação escolar e ensino superior com as camadas sociais menos favorecidas.Apenas recentemente é que este tema foi objeto de atenção do referido organismo,ocasião em que o governo Luis Inácio Lula da Silva buscou soluções,dentro da ordem constitucional ,de modo a favorecer o acesso äs famílias mais pobres ä educação superior.Foram implementadas as cotas sociais,o FIES,ENEM,PROUNI,este ultimo questionável dado o grau de privatização que nele se encerra.Ainda assim, a ruptura com o elitismo da educação superior tem sido um dos maiores trunfos do referido governo.Com esta breve reflexão ,o grupo inicia o registro de sua ultima e importante proposta com uma indagação : como alcançar a meta de estudar os nascidos no Jequitinhonha ,população de maioria miscigenada e de reduzidas condições econômicas? Com efeito, vê-se que brasileiros de todos os rincões buscam as Universidades Federais onde quer que elas estejam. Deste modo, alunos nascidos em regiões aquinhoadas pelo planejamento governamental e, conseqüentemente com oportunidades inimagináveis pelos Jequitinhonhenses, terão assentos garantidos na UFVJM.Com eles concorrerão os filhos do Jequitinhonha.Como tornar mais justa esta concorrência ?Procedente sublinhar que a luta pelos pólos da UFVJM no território do Vale se justifica por muitas razões. Entretanto, um motivo importante é a autonomia do Vale em efetivar suas políticas públicas ou empreendimentos produtivos com profissionais acostumados á singularidade da vida cotidiana do Vale, de modo a não depender de profissionais “flutuantes”. Esta questão estaria mais bem assegurada se a Universidade se dedicasse aos que nasceram no vale e nele querem ficar, trabalhar e contribuir para com a melhoria de seus indicadores sociais. Sugerimos que a UFVJM, dentro da legalidade, estude meios de contemplar candidatos do Jequitinhonha.Que não se ouça em tal sugestão tons xenofóbicos .Ninguém duvida da hospitalidade e solidariedade dos Jequitinhonhenses.Apenas reconhece-se um problema que é real e merece debate e busca de soluções coletivamente.

 Por Maria do Rosário Sampaio
Texto formulado em setembro/2011 e entregue à Reitoria da UFVJM em 07 /10/2011.


sábado, 14 de abril de 2012

CAPELINHA,ARACUAI E ALMENARA INDICADAS PELO CONSU.A LUTA RECOMEÇA..





Relatório do Oitavo Encontro do Movimento A UFVJM É NOSSA – CAPELINHA e simpatizantes à causa.

Data : 03/04/2011

Local: Salão Nobre da Câmara dos Vereadores de Capelinha-MG

Horário: às 19 horas


1OBJETIVO: Avaliar o processo de luta e conquista da indicação da Capelinha como sede de campus da UFVJM regional do Alto Jequitinhonha e deliberar estratégias para enfrentamento da nova fase de luta, assim considerado o período marcado pela publicação da decisão do CONSU em 16/março/2012 e confirmada pelo SESU/MEC em 21/03/2012/ ,a qual impõe à cidade um enorme desafio e compromisso com toda a região.

2 PAUTA

A) Formalização do Movimento A UFVJM é Nossa – Capelinha

B) Seleção de estratégias de acompanhamento dos processos sob responsabilidade dos órgãos públicos implicados na concretização do campus UFVJM em Capelinha ( Prefeitura/CONSU/UFVJM/SESU/MEC.

C)Estruturação de proposta de trabalho visando assegurar a instalação do campus em capelinha conforme determinações estabelecidas pelo MEC (Ministério da Educação). 

D) Relatos da viagem/audiência SESU/MEC- Brasília.

3 DESENVOLVIMENTO:

Participaram cerca de de trinta representantes. Dentre eles: vereadores, funcionários do setor público (professores e auxiliares de secretária em geral) e do setor privado, secretário municipal, sindicalistas (SINSERCA, SINDUTE), associados (associação de mulheres do bairro piedade), estudantes, empresários, representantes de partidos políticos (PT, PSDB,PC DO B, PMDB,etc). Sob coordenação de Maria da Graça Alves Pires (Neném Sampaio) e Albano Silveira Machado( Banu)  iniciou-se a reunião com a costumeira oração. A coordenadora fez os agradecimentos necessários aos presentes, ressaltou a alegria da conquista dos campi para Capelinha, Almenara e Araçuai e repassou a pauta de convocação na qual constava:  formalização do Movimento A UFVJM é Nossa – Capelinha, estruturação da proposta de instalação dos polos dentro dos limites colocados pelo MEC, criação de estrategias de acompanhamento/monitoramento dos processos sob responsabilidade dos órgãos públicos implicados na concretização da instalação do campus em Capelinha.

O primeiro ítem abordado foi a necessidade de formalizar o movimento, dando-lhe a característica de entidade jurídica fornecendo-lhe um CNPJ para que essa seja reconhecida como sujeito no âmbito do processo que se desenrola, o que facilitará o acesso dos órgãos públicos competentes para futuros encaminhamentos.

Em segundo lugar discutiram-se questões referentes à formação de novas comissões. O grupo de Capelinha sugere a formação de uma comissão local e intrarregional PRO-UVFJM com as funções de articular, cobrar de todas as autoridades implicadas no processo de sediar os campi em todo o Vale do Jequitinhonha.Debateu-se a necessidades de  formar uma comissão técnica pedagógica: encarregada de conciliar as pretensões do movimento e a proposta metodológica do MEC. A comissão técnica-pedagógica será constituída por grupos de trabalhos   que articulados entre si , terão a responsabilidade de: 1. Criar propostas e encaminhamentos para o fortalecimento do ensino médio na região preparando o acesso de  escolares do Jequitinhonha aos  processos seletivos estabelecidos pelo MEC. (SASI/ENEM); 2. Analisar, discutir e documentar a demanda de cursos na região; comissão de participação popular/divulgação com a finalidade de manter o movimento interagindo com a população realizando audiências públicas e seminários, entre outras atividades afins.

Outro assunto abordado foi a formação, em futuro próximo, de uma comissão para organização de audiências públicas e seminários com a finalidade de estimular a participação da das cidades vizinhas.Este é um um assunto de extrema relevância, dadas as circunstâncias - ausência de integrantes do movimento- ausentes o assunto ficou para ser discutido na próxima reunião.Mas, já se sabe que deve ser uma negociação também institucional.

Encerrando a reunião,o coordenador Albano Silveira salientou que o trabalho agora não seria o mais fácil, mas que, a união do grupo em Capelinha servirá de exemplo para os outros municípios pleiteantes , o que fazia acreditar que a construção do campus transformará em realidade.Ressaltou ainda que a cidade de Almenara está agradecida ao grupo  A UFVJM é Nossa por ter inserido o município na luta possibilitando-lhes lutar e hoje ser considerado capaz de sediar um dos campi. Concluiu, repassando com a ajuda de Leonar Ferreira, Hélio Souza e Maria do Carmo Soares(Du)relatando notícias sobre a viagem à Brasília.

Uma vez que todos os  assuntos da pauta de reunião foram  discutidos e as novas atividades deliberadas, deu-se por encerrada a reunião.

 Ressalva: Os participantes do movimento Cleuber Luíz De Miranda, Fabiana Alexandra Chagas, Maria Da Conceição Vieira, Carlos Henrique De Souza, Preta Vieira justificaram a ausência ..


4 RESULTADOS

Explicitadas as atribuições de cada comissão, subdividiram-se os membros do grupo UFVJM é Nossa – Capelinha! em novas equipes de trabalho de acordo com suas aptidões ,escolhendo-se desde já seus respectivos coordenadores,conforme registro a seguir:

1 COMISSÃO LOCAL E INTRA-REGIONAL

Coordenador regional: Albano Silveira Machado;Coordenador Local - Marta Sampaio (MMC/SINDUTE). Membros: Vereadores: Cleuber Luiz De Miranda, Zezinho Da Vitalina, Wilson Carlos De Abreu; Primeira Dama Conceição Vieira, Preta Vieira (Casa De Cultura/Especialista Educ.), Luíz Cordeiro (PT), Terezinho Cordeiro (PT/SINDIEX), Carlos Henrique De SOUZA (SINDRURAL/PC DO B), Vicente Cordeiro De Souza (SINSERCA/PC DO B), Rocilene Gandra (Empresária), Geralda Alves Lima (ACIAC), João Ivandro Sampaio E Hélio Souza(Jornal Acontece).


2 COMISSÃO TÉCNICO-PEDAGÓGICA: COORDENADORA: Sonia A. Sampaio Araujo. Membros: Sandra Mirtes Sampaio, Ana Castro Geovanini, Valnete Camargos, Valdete Camargos, Maria Vicentina Pereira, Gilda Santos, Maria Eunice Ribeiro, Neusa Martins, Helena A. Godinho.

NOTA: conforme indicado em seu título, esta comissão deve se responsabilizar pelas atividades relacionadas aos aspectos técnicos e pedagógicos necessários à implantação do campus e no que diz respeito as questões educacionais .assim, ela requer grupos de trabalho tais como:

1)GRUPO DE TRABALHO(GT) FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO: COORDENADORA: Professora Maria Eunice Ribeiro. Membros: Fabiana Alexandra Chagas, Dalmo Fernandes, Maria Vicentina Pereira, César Sampaio, José Carlos Machado, Joaquim De Cássio Moreira, Vicência Luiz Magalhães, Haroldo Geovanini, Janer Moreira, Marta Sampaio, Preta Vieira.

2 GRUPO DE TRABALHO (GT)  DEMANDA DE CURSOS COORDENADORA : Deia Sampaio. Membros: Helena Godinho, Valnete Camargos, Víctor Hugo Sampaio Santos, Vinícius Sampaio Santos, Wanderson Paranhos, Leonar B. Ferreira, Pedro Deon Cordeiro, Gustavo Timóteo Campos, Expedito Peçanha, Tadeu, Antonio Xavier Macedo, Hélio Souza, Fabiana Alexandra Chagas, Eliane Fernandes, Reginaldo Rodrigues.

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Lista de presença da oitava reunião geral do grupo A UFVJM É Nossa Capelinha.


1. Maria Marta Sampaio Santos
2. Maria Da Graça Alves Pires
3. Sonia Aparecida Sapaio Araujo
4. Deia Melissa Sampaio Coelho
5. Wilson Carlos Abreu
6. Weliton Gomes Vítor
7. Valnete Camargos Lopes
8. Hélio Silva De Soza
9. Vinícius Sampaio Santos
10. Víctor Hugo Sampaio Santos
11. Wanderson Paranhos Da Silva
12. Leonar Barbosa Ferreira
13. Pedro Deon Cordeiro De Oliveira
14. Tadeu Filipe Fernandes De Abreu
15. Luís Carlos Cordeiro
16. Antônio Xavier Macedo
17. Maria Do Carmo Soares Carvalho
18. Gustavo Timóteo Campos
19. Expedito Peçanha De Oliveira
20. Vicente Cordeiro De Souza
21. José Antônio Alves De Sousa
22. Helena Aparecida Oliveira Godinho
23. Neusa Martins Ferreira
24. Haroldo Geovanini
25. Joaquim Cássio Lopes
26. Álbano Silveira Machado
27. Geíza De Jesus Sampaio Damas
28. Maria Do Socorro Sampaio Lasmar
29. Maria Do Rosário Sampao Coelho

Obs: Para efeito de relatório de trabalho junto à FUNDACENTRO/MTE e PPGGSS/UERJ registra-se que este grupo de trabalho em Capelinha contou com a assessoria técnica- pedagógica de Maria do Rosário Sampaio (residente em BH ) ,via telefone, facebook e email.


domingo, 25 de março de 2012

Comunicado do Movimento A UFVJM é nossa!

O Movimento A UFVJM é Nossa! comunica a todo o povo do Vale do Jequitinhonha que a luta continua pela implantação de 3 campi da Nossa Universidade nas cidades de Almenara, Araçuaí e Capelinha:

1 – Foi realizada uma Audiência, nesta quarta-feira, 21.03.201, às 15 horas, no prédio do Ministério da Educação, em Brasília, com o Secretário da Secretaria de Educação Superior, Professor Amaro Lins, e com Adriana Wesca, Diretora de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior.
A Audiência teve o objetivo de conhecer todos os procedimentos da instalação de campus da UFVJM nas cidades de Capelinha, Araçuaí e Almenara e fazer gestões para que todo o processo seja acelerado;

2 - Amaro Lins garantiu aos representantes do Movimento A UFVJM é nossa! que a expansão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri para as cidades de Capelinha, Araçuaí e Almenara terá início  brevemente, com a apresentação de um projeto técnico pela UFVJM a um grupo de trabalho do MEC. Para que o Ministério tome providências é necessário que a Reitoria da UFVJM apresente documentação de aprovação do Conselho Universitário das cidades indicadas como sede e apresente o Projeto Técnico;

3 – O Secretário registrou que tem conhecimento do Movimento do Vale com o  povo nas ruas lutando pelo seu direito à educação. Informou que já havia recebido várias representações de cidades por campus na região. Porém, não mais receberia reivindicações neste sentido. Caso houvesse, ficaria para depois, pois as indicações das cidades de Almenara, Araçuaí e Capelinha era oficial e teria prioridade;

4 – Amaro Lins reafirmou o respeito do MEC pela autonomia universitária, com a Universidade tomando as decisões que a instituição e a comunidade acadêmica definir. Sendo assim, a do Conselho Universitário da UFVJM, no dia 16.03, de instalação de campus em Capelinha, Araçuaí e Almenara, seria seguida pelo MEC, pois foi inserida no PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional 2012-2016;

5 – A UFVJM apresentará um projeto técnico de campus com a concepção de campus das três cidades, sua estrutura física completa com prédios e equipamentos de salas de aula, administração, laboratórios, bibliotecas, salas de reuniões, alojamentos, restaurante, quadro de pessoal – técnico-administrativos e professores -, e recursos necessários para sua instalação com a indicação de cursos em cada campus;

6 – Há recursos disponíveis para execução do projeto de 3 campi da UFVJM;

7 – Há necessidade de aprovação do Projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional de contratação de mais de 70 mil professores e técnico-administrativos para atender a demanda de expansão universitária;

8 – Ainda não há um cronograma da instalação de campus, mas o projeto é grande e arrojado demandando mais de 2 anos para sua completa concretização;

9 – Foi informado ao representante do MEC que há 2 ou 3 opções de terreno em cada cidade para análise técnica e escolha da Reitoria da UFVJM para a instalção de campus.

10 – O deputado Federal Reginaldo Lopes, que participou da Audiência, a convite do Movimento, apresentou a proposta de instalação de campus com 5 cursos de áreas afins, em cada um. Cada campus abrangeria uma área científica. Assim, seriam 3 campi de Ciências Exatas/Engenharia, Ciências da Saúde e Ciências Humanas. Cada campus teria cerca de 90 professores e técnico-administrativos. Assim os professores poderiam trabalhar em cada campus com dedicação exclusiva, podendo dar aulas, realizar pesquisas e extensão, em vários cursos da mesma área. A proposta é que os 3 campi tenham início em conjunto, embora o campus de Engenharia e cursos afins demande um volume de recursos muito maior que as outras áreas.
Esta proposta foi apresentada inicialmente por Reginaldo Lopes ao Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em audiência com o Reitor da UFVJM, Pedro Ângelo, no início deste mês. O Ministro considerou a proposta mais viável.

10 – Os representantes do Movimento A UFVJM é nossa! consideraram positiva a audiência ao tomar conhecimento de detalhes de todos os passos de tramitação e execução do projeto, além da expectativa de agilização do processo. 
Um compromisso foi firmado entre todos: estar vigilantes e atentos na luta para a efetivação do grande do sonho do povo do Vale do Jequitinhonha. Não seria aceito o projeto apenas no papel.

11- As novas tarefas colocadas são a disseminação de informações para estudantes e cidadãos do Vale dos resultados da reunião, além da continuidade da luta iniciada, desde agosto de 2011, realizando ações para fazer as coisas andarem com mais rapidez e tornar a instalação de cada campus uma realidade concreta.  

12 - O Movimento A UFVJM é nossa! foi representado pelos coordenadores regionais Álbano Silveira Machado e Maria do Rosário Sampaio (Fundacentro/MG,DO/PPGSS-UERG); por Capelinha:Elza Sampaio, Maria Pereira da Silva, Maria do Carmo Soares Carvalho, Vicencia Magalhães, Hélio Silva e Leonar Ferreira.  Araçuaí foi representada por Nádia Paulino, Mateus Marinho e Fernando Pinheiro.  Almenara esteve representada pela jornalista Nalva e Júlio Mares.

MEC garante: campus da UFVJM vai sair

Campus em Almenara, Araçuaí e Capelinha terá início brevemente, respeitando adecisão do CONSU e autonomia da UFVJM, garantiu Secretário 

Representantes do Movimento A UFVJM é nossa! com o Secretário do MEC, Amaro Lins

Em audiência no Ministério da Educação, o Secretário de Educação Superior – SESU, Amaro Lins, garantiu aos representantes do Movimento A UFVJM é nossa! que a expansão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri para as cidades de Capelinha, Araçuaí e Almenara terá início  brevemente, com a apresentação de um projeto técnico pela UFVJM a um grupo de trabalho do MEC. A Audiência foi realizada nesta quarta-feira, 21.03, às 15 horas, no prédio do MEC, em Brasília.

Vicência Magalhães, Maria do Rosário Sampaio e Álbano Silveira Machado argumentam com o Secretário Amaro Lins sobre a urgência de instalação de campus da UFVJM em cidades do Vale

Amaro Lins disse à caravana do Jequitinhonha que o Movimento do Vale é belíssimo e marcante com o  povo nas ruas lutando pelo seu direito à educação. Informou que já havia recebido várias representações de cidades por campus na região. A partir daquele momento, seguiria o que foi definido pelo Conselho Universitário da UFVJM, no dia 16.03, de instalação de campus em Capelinha, Araçuaí e Almenara, respeitando a autonomia universitária, dentro do PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional 2012-2016.

Representantes do Vale, no MEC, com deputado federal Reginaldo Lopes e Adriana Wesca, do MEC

O primeiro passo já foi dado, constatou o Secretário da SESU. Em seguida, a UFVJM deverá apresentar um projeto técnico para o MEC, com a concepção de campus das três cidades, sua estrutura física completa com prédios e equipamentos de salas de aula, administração, laboratórios, bibliotecas, salas de reuniões, alojamentos, restaurante, quadro de pessoal – técnico-administrativos e professores -, e recursos necessários para sua instalação com a indicação de cursos em cada campus . Informou que não haveria problemas de orçamento, tendo recursos disponíveis para viabilizar o projeto.

Representação de Capelinha: Hélio Silva, Leonar Ferreira, Álbano Silveira Machado, Zara Sampaio, Elza Sampaio, Vicência Magalhães, Maria Pereira da Silva, Deputado Reginaldo Lopes, Adriana Weska, do MEC, e Maria do Carmo Soares Carvalho.

Um grupo técnico do Ministério seria formado para executar a instalação de campus. O grupo de representantes do Movimento questionou qual seria o cronograma da instalação de campus, pois a  população do Vale estava angustiada por saber quando iria começar, os cursos oferecidos, as inscrições para vestibular e início das aulas.

O professor Amaro Lins ponderou que o processo poderia ser considerado longo para muitas pessoas, mas como é um projeto arrojado ele deveria funcionar de forma plena e demandaria cerca de dois anos para sua construção e instalação efetiva. Teria início já com trabalhos da Reitoria da UFVJM em conjunto com uma equipe técnica do MEC, com o funcionamento do campus em cada cidade.Ele perguntou sobre os terrenos doados por cada cidade. Foi informado que cada localidade tinha de 2 a 3 opções de terreno para análise técnica e escolha da Reitoria da UFVJM.

Deputado Reginaldo Lopes acompanha audiência 
 
Como apoiador da proposta do Movimento a UFVJM é nossa! por 3 campi em cidades do Vale, o deputado federal Reginaldo Lopes foi convidado a acompanhar a audiência, sendo o único representante político presente. 
Deputado Reginaldo Lopes e Adriana Wesca, Diretora de Desenvolvimento de Instituições Federais de Ensino Superior

Ele apresentou a proposta de viabilidade de instalação de campus em Capelinha, Araçuaí e Almenara com 5 cursos de áreas afins, em cada um. Cada campus abrangeria uma área científica. Assim, seriam 3 campi de Ciências Exatas/Engenharia, Ciências da Saúde e Ciências Humanas. Cada campus teria cerca de 90 professores e técnico-administrativos.

Álbano Silveira Machado, representantes de Araçuaí, Mateus Marinho, Nádia Paulino e Fernando Pinheiro, com o deputado Reginaldo Lopes 

Reginaldo Lopes explicou que assim os professores poderiam trabalhar em campus com dedicação exclusiva, podendo dar aulas, realizar pesquisas e extensão, em vários cursos da mesma área. A proposta é que os 3 campi tenham início em conjunto, embora o campus de Engenharia e cursos afins demande um volume de recursos muito maior que as outras áreas.

Esta proposta foi apresentada inicialmente por Reginaldo Lopes ao Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em audiência com o Reitor da UFVJM, Pedro Ângelo, no início deste mês. O Ministro considerou a proposta mais viável.

Movimento das Mulheres de Capelinha com o deputado Reginaldo Lopes
 
Representantes do Vale

O Movimento A UFVJM é nossa! foi representado pelos coordenadores regionais Álbano Silveira Machado e Maria do Rosário Sampaio (Fundacentro/MG,DO/PPGSS-UERG); por Capelinha:Elza Sampaio, Maria Pereira da Silva, Maria do Carmo Soares Carvalho, Vicencia Magalhães, Hélio Silva e Leonar Ferreira.  Araçuaí foi representada por Nádia Paulino, Mateus Marinho e Fernando Pinheiro.  Almenara esteve representada pela jornalista Nalva e Júlio Mares.

 Nádia Paulino e Mateus Marinho, de Araçuaí

Os representantes do Movimento A UFVJM é nossa! consideraram positiva a audiência ao tomar conhecimento de detalhes de todos os passos de tramitação e execução do projeto, além da expectativa de agilização do processo. Um compromisso foi firmado entre todos: estar vigilantes e atentos na luta para a efetivação do grande do sonho do povo do Vale do Jequitinhonha. Não seria aceito o projeto apenas no papel.
Deputado Reginaldo Lopes, Adriana Wesca, Diretora do MEC, 
e os representantes de Almenara, Júlio Mares e Nalva.

As novas tarefas colocadas são a disseminação de informações para estudantes e cidadãos do Vale dos resultados da reunião, além da continuidade da luta iniciada, desde agosto de 2011, realizando ações para fazer as coisas andarem com mais rapidez e tornar a instalação de cada campus uma realidade concreta.